Certifica Rural

Metodologia e fontes

O que nos torna confiável
é a regra de quando não afirmamos.

Qualquer um lê um raster de desmatamento e pinta um polígono vermelho. O que decide se o documento se sustenta num processo é outra coisa: a regra escrita de quando uma detecção vira afirmação, e a honestidade sobre o que a fonte não consegue dizer. Esta página publica as duas, com os números que estão no código.

Dois exemplos do que isso significa aqui. Nosso próprio detector de supressão não tem voto sozinho: ele precisa de um sistema independente concordando. E nosso detector por radar está deliberadamente fora do cruzamento, porque na prova interna ele acertou 62% contra 100% do óptico, e só volta quando uma versão melhor passar na mesma prova.

7sistemas independentes no cruzamento
2precisam concordar para virar crítico
0,1 hamínimo de cada um na parte comum
15 mfolga que decide vizinhança

1

O que acontece quando você aponta um imóvel.

São seis passos. Nenhum deles usa fonte paga: o laudo inteiro é montado sobre dado público, e isso está afirmado no rodapé do próprio documento.

01

O perímetro entra

Pelo código do cadastro ambiental, por coordenada, por um polígono desenhado no mapa ou por arquivo em KML, KMZ, GeoJSON ou shapefile compactado. A geometria é saneada (make_valid) e levada ao sistema de coordenadas do cadastro, SIRGAS 2000.

02

O declarado é separado do medido

O que o cadastro ambiental declara (reserva legal, preservação permanente, vegetação nativa, área consolidada, hidrografia) é lido como declaração, não como verdade. Em paralelo, as mesmas grandezas são recalculadas das fontes oficiais. O laudo mostra as duas colunas, e a divergência é o achado.

03

As faixas legais são construídas em metro

A preservação permanente não é copiada do cadastro: é construída. Cada trecho de drenagem recebe sua faixa pela largura medida do curso d'água, de 30 a 500 metros conforme o art. 4º. Lago recebe 100 metros se tem 20 hectares ou mais, 50 se é menor, e lago natural de até 1 hectare é dispensado pelo §4º. A declividade sai do modelo digital de elevação: acima de 45° é preservação permanente, entre 25 e 45° é uso restrito. O buffer é aplicado em projeção métrica, nunca em graus.

04

As sobreposições são cruzadas uma a uma

Unidades de conservação, terras indígenas, embargos federais, domínio da União, assentamentos, territórios quilombolas, processos minerários, servidões de linha de transmissão, rodovias, cavidades, parcelas certificadas e os cadastros ambientais vizinhos. Cada interseção vira área em hectares e percentual.

05

A fonte que falha é declarada, não escondida

Cada consulta é isolada. Se uma base não responde, a falha entra na lista de fontes do documento com o motivo, e o laudo declara a lacuna no texto em vez de apresentar um resultado incompleto como completo. Um laudo recente cita entre 43 e 50 fontes, com data e hora de acesso de cada uma.

06

A régua é aplicada por último

Só então entram o índice de regularidade, a nota, a classe e a estimativa de exposição financeira. São interpretação declarada como interpretação: os valores em reais são ordem de grandeza para negociação, não orçamento nem multa aplicada, e o que não foi avaliado nunca virou nota.

2

O polígono, a projeção e como a área é medida.

Área em graus é errada, e a diferença aparece na perícia. Por isso o produto mede de três maneiras e diz qual usou em cada lugar.

As três medidas de área, e onde cada uma vale
MedidaComoOnde é usada

Projeção métrica local

a projeção plana adequada ao próprio polígono é estimada, e a área sai dela toda interseção, todo alerta, toda sobreposição, o perímetro e a área calculada do imóvel

Geodésica

cálculo no elipsoide de referência, sem projetar conferência contra a área declarada no cadastro; aparece no laudo ao lado dela

Contagem de pixel

número de pixels vezes a área aproximada do pixel, corrigida pelo cosseno da latitude série histórica, transição de cobertura e relevo, que são grades de 30 metros

Dizemos isto antes de um perito descobrir: as áreas de cobertura do solo e de relevo vêm da própria grade de 30 metros, não reprojetadas. É a conta certa para comparar duas datas da mesma grade, e foi escolhida por isso: dividir pela área vetorial do polígono dava 108% de vegetação nativa, um resultado impossível. Todo o resto do laudo é métrico. Onde o pixel entra, a precisão do contorno é a do pixel.

3 · o centro do método

A escada de confiança.

Sete sistemas de detecção vigiam o imóvel, de instituições diferentes, com satélites e algoritmos diferentes. Nenhum deles sozinho decide um alerta crítico. A regra de quando concordar vira afirmação está escrita, e é esta.

Crítico dois sistemas independentes

Dois sistemas de instituições diferentes apontam o mesmo lugar. Mesmo lugar tem definição: a parte do alerta de cada um que fica a até 15 metros do outro precisa ter 0,1 hectare ou mais. A folga de 15 metros só decide vizinhança e nunca entra na área, para que um pixel de Landsat solto, de 0,07 hectare, encostado num alerta grande, não se transforme em consenso.

Atenção um sistema, confiança alta

Um sistema só, com confiança alta, e a partir de 0,3 hectare, que é o mínimo adotado pelo programa de alertas validados do MapBiomas. Abaixo disso o evento existe no histórico mas não vira aviso.

Nossa detecção conta como uma voz, não duas

Temos dois detectores próprios sobre o mesmo satélite óptico. Eles são tratados como uma única família: dois detectores nossos no mesmo satélite não se confirmam um ao outro. E a detecção própria só é considerada forte sozinha se aparecer em duas cenas de datas diferentes — porque numa prova em dois estados o modelo piscou entre datas vizinhas, indo de 81% da área para zero e voltando a 81%.

Nosso radar está fora do cruzamento por decisão

O detector por radar atravessa nuvem, o que é valioso na estação chuvosa. Mas na prova interna ele recuperou 62% dos eventos contra 100% do óptico, com falso alarme de 5,7% contra 0,9%. Então ele entra como trilha de evidência e não vota. Volta a votar quando uma versão melhor passar na mesma prova.

Mudança fora de vegetação nativa não gera alerta

Todo sistema é recortado por uma máscara de vegetação nativa. É a triagem que o analista faz a olho: mudança em lavoura, pasto e eucalipto não é supressão de vegetação nativa. A consequência honesta: supressão em área que a base de cobertura já classificava como antrópica não aparece.

Fonte ilegível interrompe, não emudece

Se um dos sistemas não pôde ser lido, isso entra no detalhe do evento. Se nenhum pôde, o processo levanta erro em vez de concluir. Um sistema que desaparece do cruzamento muda o veredito, e veredito que muda em silêncio é pior que veredito ausente.

4

As camadas, uma por uma.

Por tema, com a instituição que publica, a resolução ou a escala, e o que a camada resolve no documento. A lista completa com os endereços oficiais está no fim da página.

Vigilância contínua — os sete do cruzamento, mais os de contexto
SistemaInstituiçãoSatélite e resoluçãoFrequência aqui
PRODESINPE / TerraBrasilisanual, por bioma7 dias
DETERINPE / TerraBrasilisAmazônia e Cerrado apenasdiário
MapBiomas AlertaMapBiomasalerta validado por analistadiário
GLAD‑LUniversidade de MarylandLandsat, 30 m2 dias
GLAD‑S2Universidade de MarylandSentinel‑2, 10 m, só Amazônia úmida2 dias
RADDUniversidade de Wageningenradar Sentinel‑1, 10 m3 dias
DIST‑ALERTMaryland e NASA OPERAHLS, 30 m, toda vegetação3 dias
Detecção própria por regraCertifica RuralSentinel‑2, 10 m5 dias
Modelo próprioCertifica RuralSentinel‑2, série temporal5 dias
Radar próprio (sem voto)Certifica RuralSentinel‑16 dias
EmbargosIBAMA e ICMBioincidente, ou a até 300 mdiário
Processos mineráriosANMsobre a superfície do imóveldiário
Focos de calorINPE / Queimadasa até 300 m, a partir de 3 focosdiário
Cadastro ambientalSICARalteração do cadastro e vizinho sobrepostodiário
Normas publicadasDiários municipais e Diário Oficial da Uniãocriação de unidade, zoneamento, tombamento, desapropriaçãodiário
Espelho d'água novoCertifica Rural sobre Sentinel‑2barramento que apareceu e ficou15 dias
O laudo — o que é cruzado sobre o polígono
TemaDado e instituiçãoO que resolve
Identidade do imóvelSICAR, Serviço Florestal Brasileiroperímetro, situação do cadastro, área declarada contra medida
Cobertura e uso do soloMapBiomas coleção 9, série 1985 a 2023, 30 mmáscara de vegetação nativa, série histórica, transição desde o marco de 2008
Supressão oficialPRODES, INPEdesmatamento anual publicado, por bioma, com data de imagem
Autorização de supressãoSinaflor, IBAMAse a supressão tinha autorização vigente
Preservação permanente hídricaINEA 1:25.000 e hidrografia do cadastrofaixa marginal por largura do curso, lago, nascente
RelevoCopernicus, modelo digital de 30 mdeclividade acima de 45°, uso restrito de 25 a 45°, altitude acima de 1.800 m
Unidades de conservaçãocadastro nacional curado pelo INPEsobreposição e proximidade de até 3 km
Terras indígenasFUNAIsobreposição
Domínio da UniãoSPUterreno de marinha, acrescido, marginal, ilha, mangue
FundiárioINCRAassentamentos, territórios quilombolas, parcelas certificadas, módulo fiscal
SubsoloANMprocesso minerário de terceiro sobre a superfície
InfraestruturaANEEL e DNITservidão de linha de transmissão, faixa de rodovia
CavidadesICMBio e CECAVárea de influência de 250 m
ÁguaANA e SNIRH, SIAGAS do Serviço Geológicooutorga e poço cadastrado em até 1 km, dominialidade do curso
Risco e geologiaServiço Geológico do Brasilsuscetibilidade a inundação e a movimento de massa
SoloSoilGrids, ISRIC, 250 mtextura, carbono orgânico e densidade de 0 a 30 cm
CarbonoESA, inventário de biomassa de 2021, 100 mestoque acima do solo como referência, não é crédito de carbono
ClimaNASA POWERnormais climatológicas de 2001 a 2020 no centroide
Imagem recenteSentinel‑2, Copernicusvigor da vegetação e cena datada do imóvel
Imagem do marcoLandsat, USGS e NASA; CBERS‑4A de 2 m, INPEreferência visual antes e depois do marco de 2008
TrabalhoCadastro de Empregadores, Ministério do Trabalhoimpedimento social e barreira de cadeia
Crédito contratadoSICOR, Banco Centralcontexto de custeio e investimento no município

5

Os limiares que disparam cada coisa.

Publicados porque limiar escondido é afirmação sem régua. Estes são os números do código.

SituaçãoDispara a partir de
Área medida divergindo da declarada no cadastro2%
Preservação permanente calculada sem vegetação nativa0,5 ha
Preservação permanente declarada divergindo da calculada30%
Déficit de reserva legal0,5 ha
Déficit do art. 67, pequena propriedade0,1 ha
Supressão na transição de cobertura desde 20080,5 ha
Supressão oficial após 20080,1 ha
Supressão após o marco do crédito rural0,05 ha
Indício para o regulamento europeu0,05 ha oficial, 0,5 ha na cobertura
Alerta de desmatamento de qualquer sistema0,05 ha
Consenso entre dois sistemas, cada um0,1 ha dentro de 15 m
Alerta de um sistema só0,3 ha
Cadastro vizinho sobreposto0,01 ha
Embargo próximo300 m
Focos de calor3 focos em 300 m
Outorga e poço1 km
Unidade de conservação próxima3 km
Espelho d'água novo500 m² e 20% de aumento

6

O documento que você recebe.

Não é um painel com números soltos. É um PDF que se apresenta sozinho em cartório, em banco ou num processo.

12 a 13páginas no laudo completo
8mapas, imagens e gráficos
43 a 50fontes citadas, com hora de acesso
9minutas, só quando o gatilho existe
As seções, na ordem do documento
SeçãoO que traz

Capa

município e hectares, mapa do perímetro sobre imagem de satélite, índice de regularidade com nota e classe, exposição financeira estimada, e o quadro de situação: cada tema com semáforo, motivo e base legal

01 Síntese técnica

cinco blocos: situação, passivos e riscos, ativos e oportunidades, providências recomendadas, ressalvas

02 Identificação

cadastro, município, as três áreas, perímetro, módulos fiscais, centroide

03 Reserva legal

exigida, declarada, déficit, com e sem vegetação, excedente candidato a cota de reserva ambiental

04 Preservação permanente

por componente: faixa marginal, lago, nascente, declividade, topo de morro. Com mapa

05 Vegetação e dinâmica

gráfico da série de 1985 a 2023, imagem antes e depois do marco de 2008, supressão oficial, focos de calor, mapa de dinâmica

06 Conservação e restrições

unidades de conservação, zoneamento, embargos, terras indígenas, cadastros sobrepostos. Com mapa

07 Domínio e subsolo

bens da União, assentamentos, quilombos, mineração, linhas de transmissão, rodovias, cavidades, geologia. Com mapa

08 Imagem recente

cena datada, cobertura de nuvem e vigor da vegetação

Anexo A

base legal, metodologia e ressalvas

Anexo B

página de fontes: cada fonte, a camada, o status e a hora do acesso

Também saem, quando o caso aciona: o mesmo conteúdo em Word no timbre do escritório, com página de parecer em branco para o advogado assinar; as camadas em formato aberto para abrir no seu próprio sistema de mapas; e as minutas cujo gatilho os números do laudo acionaram, nunca de catálogo fixo.

7

O selo de validação.

Quem recebe o laudo não precisa confiar em você, nem em nós. Confere sozinho.

No rodapé da capa
um código curto, a URL e um QR
Na emissão
calculamos o SHA-256 do PDF e guardamos o registro: código, data e hora, nível, município, área
O arquivo não é guardado
só o resumo criptográfico; está escrito na própria página de validação
Na página pública
quem confere vê a emissão, a data, o imóvel e o resumo
E pode comparar
envia o PDF que recebeu e a página responde se é idêntico ao emitido ou se foi alterado
O histórico é aditivo
cada reemissão ganha código próprio; nada é sobrescrito
A ressalva que imprimimos
a validação atesta que o PDF é o que emitimos, sem alteração. Não substitui ler o laudo nem conferir as fontes públicas que ele cita

8 · leia antes de contratar

O que não afirmamos.

Esta seção existe porque é ela que decide se o documento serve. Um laudo que promete certeza onde não há é um laudo que cai na primeira contestação. Tudo abaixo está declarado dentro do próprio produto, não só aqui.

Não provamos supressão. Indicamos.

A supressão oficial e a transição de cobertura são indícios. A confirmação depende de imagem de referência da data do marco e de vistoria. O laudo imprime isso.

Ausência de autorização não prova ausência de autorização.

A base federal de autorizações publica o ponto central do empreendimento, não o polígono autorizado, e autorizações de órgãos estaduais fora dela não aparecem.

Satélite óptico não vê sob nuvem.

Na estação chuvosa há recortes sem cena limpa. Sem cena limpa não há detecção óptica, e dizemos isso em vez de devolver vazio como se fosse ausência de evento.

O contorno tem a precisão do pixel.

Dez metros nos sistemas de 10 m, trinta nos de 30 m. Não é levantamento topográfico.

Vazio e "não olho para cá" são coisas diferentes.

Um sistema que cobre a região e não achou nada é diferente de um sistema que não cobre a região. O produto distingue os dois, e o segundo nunca é apresentado como o primeiro. Confundi-los é prometer vigilância que não existe.

A reserva legal é calculada a 20%.

É a fração fora da Amazônia Legal. Os percentuais de 80% e 35% da Amazônia não estão implementados. Para imóvel na Amazônia Legal, a fração do laudo não serve, e isso precisa ser dito antes do contrato, não depois.

Programas de regularização não são verificáveis em dado público.

Adesão a programa de regularização ambiental, termo de compromisso e homologação do cadastro não estão em base aberta. Onde eles decidem a situação, o laudo marca como não apurado em vez de supor.

Não emitimos a declaração do regulamento europeu.

Organizamos a evidência territorial datada para instruí-la. Degradação florestal e cadeia de custódia estão fora do escopo.

Não decidimos crédito, nem reproduzimos cálculo de órgão.

O laudo de crédito rural instrui o dossiê da operação; a decisão é da instituição financeira. E nada no produto reproduz cálculo oficial de autarquia.

Não é parecer jurídico nem certidão negativa.

A qualificação jurídica do fato é do advogado. A consulta por documento não é certidão negativa, e um registro pode refletir uma publicação, não necessariamente uma multa vigente.

Alertas validados por terceiros chegam com atraso estrutural.

O programa de alertas validados por analista tem latência medida entre detecção e publicação com mediana de 75 dias. É o preço da validação humana, e é por isso que não dependemos só dele.

Sem base estadual detalhada, nascente e topo de morro não são apurados.

Onde a cartografia estadual de detalhe não existe, a preservação permanente é calculada pela hidrografia declarada e pela declividade, e o laudo declara o que ficou de fora.

Carbono aqui é inventário, não crédito.

Estoque acima do solo em 2021. Raízes, serapilheira e carbono do solo não entram.

Referência de preço de terra é de leilão, não avaliação.

Ninguém publica preço de terra por município de forma aberta e atual. Usamos a mediana do nosso próprio catálogo de leilões como ordem de grandeza, e o lance inicial costuma ficar abaixo do mercado.

Hoje várias camadas de detalhe são do Rio de Janeiro.

A análise por polígono funciona em todo o país, porque as camadas nacionais cobrem o país. Mas processo minerário, cartografia de detalhe, dominialidade de rio e zoneamento urbano estão carregados para o Rio. Carregamos a unidade federativa que o contrato pedir, e preferimos dizer isso a entregar um laudo com buracos silenciosos.

9

Referências.

Toda fonte que o produto consulta, com a instituição que a publica. Nenhuma delas exige chave, conta ou pagamento, e o laudo afirma isso no rodapé.

Cadastro ambiental
SICAR — Serviço Florestal Brasileiro
Desmatamento oficial
PRODES e DETER — INPE, TerraBrasilis
Cobertura do solo
MapBiomas, coleção 9
Alerta validado
MapBiomas Alerta
Alertas independentes
GLAD‑L e GLAD‑S2 — Universidade de Maryland
DIST‑ALERT — Maryland e NASA OPERA
RADD — Universidade de Wageningen
Satélite óptico
Sentinel‑2 — Copernicus, Agência Espacial Europeia
Satélite radar
Sentinel‑1 — Copernicus
Imagem histórica
Landsat — USGS e NASA
Alta resolução
CBERS‑4A — INPE, Brazil Data Cube
Relevo
Modelo digital Copernicus de 30 m
Embargos
IBAMA e ICMBio
Autorização de supressão
Sinaflor — IBAMA
Unidades de conservação
Cadastro nacional, curado pelo INPE
Terras indígenas
FUNAI
Fundiário e certificação
INCRA — parcelas, assentamentos, quilombos, módulo fiscal
Domínio da União
Secretaria do Patrimônio da União
Mineração
ANM
Infraestrutura
ANEEL e DNIT
Cavidades
ICMBio e CECAV
Água
ANA e SNIRH; SIAGAS — Serviço Geológico do Brasil
Risco e geologia
Serviço Geológico do Brasil
Estadual, Rio de Janeiro
INEA, pela infraestrutura nacional de dados espaciais
Solo
SoilGrids — ISRIC
Carbono
Inventário de biomassa da Agência Espacial Europeia
Clima
NASA POWER
Trabalho
Cadastro de Empregadores — Ministério do Trabalho
Crédito rural
SICOR — Banco Central
Normas publicadas
Querido Diário e Imprensa Nacional
Municípios
IBGE

Base legal que o laudo cita por dispositivo: Código Florestal, Lei 12.651/2012, com os arts. 4º, 7º, 11, 12, 15, 17, 61‑A e 66 a 68; Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei 9.433/1997; Lei 15.190/2025, art. 9º §1º, para dispensa de licenciamento; Provimento CNJ 195/2025 e Lei 10.267/2001 para o registro e o georreferenciamento; o manual de crédito rural e as resoluções do Conselho Monetário Nacional para o laudo de crédito; e o regulamento europeu de produtos livres de desmatamento, com corte em 31/12/2020.

Próximo passo

Leu os limites e ainda serve?
Então serve de verdade.

É o teste que preferimos. Quem contrata sabendo o que o documento não afirma não é surpreendido depois, e o laudo aguenta contestação.